segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Do silêncio, o alívio das palavras não ditas.
Do silêncio, o desabafo das palavras caladas.
Do silêncio, do pensamento distante, da inquietude do viver...
Da voz, uma fuga entre o que não deveria ser dito e o que não precisa de palavras.
Da voz, um jogo de palavras inocentes, perdidas, por vezes assustadas.
Da audição, incompreensão, cobranças, definições de certo e errado.
Do silêncio, a angústia que já não pode ser expressada.

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